sábado, 28 de abril de 2012

ALÉM DO INFINITO - Laercio Miranda

Tudo que existe
Não se pode comparar
Com aquele que tudo formou

Ele pode continuar reformar desfazer
Pois Ele pode

No início do começo
Ele já estava lá
Fazendo o infinito se humilhar
E a grandeza incalculável desse Deus
Cabe em cada coração dos filhos Seus

Amar-Te e imaginar...
Minha mente humana é incapaz de suportar
Alguem que já Te viu não consegue descrever quem Tu és
E o que os homens julgam ser perfeito
São migalhas aos Teus pés

Além do universo infinito
Existem obras de Tuas mãos
E quanto mais eu tento reconhecer
Mas me perco e as palavras são em vão

Sabes o que sou
E o melhor de mim
Não é nada para Ti



Laercio Miranda

12 comentários:

  1. Mais que coisa mais bonita....enteligente vc,

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    1. só se ENteligente mesmo...

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  2. menino num sabia que tu era poeta.....valew parbens..

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  3. Tem futuro, mas tem que reduzir essas ideias cíclicas, os pleonasmos e os vícios de linguagem. Além do Infinito poderia ser bem melhor. poderia apontar as inconsistências de seu texto, mas deixo pra que você mesmo revise e as encontre.
    sucesso.

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  4. Obrigado Alberto.
    Que Deus lhe abençoe!

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Alberto, agradeço imensamente a sua leitura, e parabéns pelo comentário. Sinto-me na obrigação de defender todos os POETAS E ESCRITORES AMADORES que fazem e que farão parte deste blog, porque são pessoas que gostam de escrever e que admiram a arte da palavra. Notadamente, todas os integrantes deste blog têm seus próprios estilos, e o que talvez possa ser encarado como um erro de concordância, é apenas um recurso estilístico utilizado pelo autor. Note-se que nenhum de nós poderemos ser comparados com os grandes ícones da literatura portuguesa e brasileira, onde, grande parte deles utilizaram pleonasmos e vícios de linguagens, sem falar no coloquialismo utilizado por Graciliano Ramos, em sua obra "Vidas Secas". Então,se este ilustre da literatura não foi tachado de burro, de analfabeto, e seu livro não foi queimado, por que nós, meros escritores amadores não poderemos ter nosso próprio estilo? Acredito que devemos ter outras formas de apreciar uma poesia além da visão que procura apenas pequenos estranhamentos ortográficos, semânticos e sintáticos que podem ser até a definição do estilo do autor. Passei quatro anos de minha vida cursando Letras e hoje, graduado, estou fazendo pós-graduaçao em Língua Portuguesa, com ênfase em Gramática e Literatura, e também pós-graduação em Educação de Jovens e Adultos e durante todo esse tempo acostumei com a ideia de que não existe erros, porque todos eles têm explicações lógicas para isso. Se Graciliano Ramos, Fernando Pessoa, Gonçalves Dias, dentre outros, utilizaram pleonasmos em suas obras e não foram criticados, logicamente estas "ideias cíclicas" não são erros e dependendo da tipologia textual, pode tudo.

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    1. Exatamente, a tipologia textual de "Além do Infinito" não permite as inconsistências a quais fiz alusão. Como amante das letras, fiz o meu comentário, não com o objetivo de desqualificar o texto, mas como um crítica construtiva, almejando contribuir para o progresso de nosso colega.
      A boa crítica é melhor que o mais excelente dos elogios, este leva ao comodismo, aquela ao progresso.

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    2. Obrigado Neto e obrigado Alberto.
      Alberto,eu não entendo muito sobre literatura
      O pouco que aprendi foi no Ensino Médio
      E nao me considero um bom aluno em Português.
      Você disse que eu conseguiria ver as inconsistencias sozinho, mas a verdade é que eu não consigo
      Porque eu não sei.
      Se puder me ajudar...

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